sábado, 17 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Concerto em Gravatal
LUCIANO PONTES
-SPALLA/Orquestra do Estado de Mato Grosso-
Criciúma (SC)
Serra (Deivide)



Yesterday was a tuffy. Not a lot to be said in terms of tiredness but in terms of scenery it was a special one! I really enjoyed our brief time in Lages, 2 days are a valuable asset to your sanity when living out of a suitcase. Our arrival in Tuberao was not the best thought out in logistical terms and the road back to Gravizal was a tough one o swallow but we made it and the public were extremely receptive even when the tired stares of the musicians were refelected in our music making. I was epecially impressed with Alexandre who mangaged to pull it out of the bag and play his ciranda flawlessly.
The most impressive part of the day was the descent of the "Rio do Rastro" which along side the "road of death" in Bolivia has to be one of the most nail biting 30 minutes of road anywhere in the world. Reversing a bus around steep corners was a real challenge even for our experienced bus driver. I decided that the upward journey looked more dangerous than our downhill journey though and thank god we weren't in a lorry! Anyway, I'm a little better rested today, the cold is on its way out and the throat lozenges worked a treat. Onwards and upwards as they say.
Tubarão - Gravatal (SC)
Viagem pela Serra do Rio do Rastro
Jorge Moura postando...
Esta viagem foi até agora a mais interessante, longa (7 horas) e um tanto assustadora. A serra é muito íngreme e as curvas muito fechadas, algumas de mais de 180 graus onde o ônibus tinha que parar e fazer altas manobra para podermos continuar viagem até Tubarão/SC. Antes de descer a Serra paramos em uma churrascaria onde tinha uma cachoeira linda e logo no início da Serra paramos em um mirante onde tivemos uma bela (horripilante)vista do que iríamos enfrentar e fizemos algum contato com um grupo de quatis esfomeados que vinham cheirar a câmera procurando comida.
Vegetação SC
Jorge Moura postando...
A vegetação em Santa Catarina já é uma beleza por si só, gosto muito de ver estes pinheiros, araucárias acho tudo lindo.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Bom Jardim da Serra (SC)
Lages (SC)
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Correndo por Lages (Jorge Moura)
Estamos em Lages e após vários cafés da manhã, almoços, jantas e gramas (kilos?) a mais, aproveitei a manhã para correr um pouco e conhecer um pouco do centro desta cidade e tirei algumas fotos interessantes como a da catedral de Lages, um lago legal com pedalinho e tudo onde algumas pessoas também aproveitavam a manhã para caminhar e um memorial que lembra um certo museu...não é lá que está o segredo do Código Da Vinci? hehe. Termino a caminhada passando pela estatua de Antônio Correa Fundador de Lages. Gostei desta cidade, a corrida valeu mas o ar estava tão frio que terminei com a sensação de que queimava quando eu puxava o ar (um exagerozinho de músico cuiabano sedentário).
Nas fotos anteriores, Caduzão e Caduzinho, o time do truco, Zevang e Fernando, e na última foto, nosso Maestro, Leandro Carvalho acompanhado pelo cello do David.
Saudações a todos, e até nosso próximo destino, Tubarão! :)
Viagem de ônibus de Concórdia para Lages
Fundep e o “Sistema S”
Diante desta noticia, a sociedade tem reagido em pequena escala, mas com grande indignação. Sabemos que o ensino técnico abre perspectivas profissionais para muitos jovens. Nada contra sua incrementação. O que realmente incomoda é a atitude ‘intervencionista’, como muitos a tem chamado, de algumas pessoas do Governo Federal em uma das poucas instituições que ‘funcionam’ no Brasil
Vou me ater às atividades desenvolvidas pelo Sesc na área da cultura, após percorrer 13 municípios do Estado de SC, juntamente com a Orquestra do Estado de Mato Grosso, dentro da programação do projeto Sonora Brasil, e ter recolhido uma impressão geral sobre a área cultural no Estado. As cidades que apresentamos concertos são pólos regionais, algumas delas com grande desenvolvimento industrial e humano. Verificando a realidade de cada uma delas, in loco, e ouvindo relatos de gestores da área cultural, pública e privada, da comunidade e dos artistas em atuação local, pode-se chegar a algumas conclusões não surpreendentes.
A primeira delas é que as secretarias municipais de cultura e/ou fundações de cultura tem uma atuação limitada em função do pouco orçamento da pasta, da falta de prestígio político do setor ou mesmo de gestores que se valem do cargo como trampolim político para um cargo da câmara de vereadores. A falta de uma ‘política pública’ para a área cultural é clara, como na maior parte das cidades e estados brasileiros, com poucos projetos sustentáveis, consistentes e com resultados efetivos para a população. Enquanto o Ministério da Cultura trabalha pelo ‘Plano Nacional de Cultura’, onde a União, estados e municípios, além de uma integração maior, teriam percentuais orçamentários garantidos em lei, as cidades permanecem ‘como estão’. Já se vão seis anos nesta discussão e pouca coisa saiu do papel.
Diametralmente oposta a esta realidade é a atuação do Sesc, que mantem uma programação intensa, em vários setores da cultura, de formação de novas platéias, de democratização e ampliação do acesso a bens culturais, e de contrução de equipamentos culturais que beneficiam os comerciários, bem como a sociedade em geral. Projetos como o Sonora Brasil, na área da música, e o Palco Giratório, da área das artes cênicas, levam espetáculos consistentes, de real enriquecimento simbólico à população, que não possuem apelo comercial e que seriam inviáveis sem este subsídio. Isso vem acontecendo sem alarde, sem grandes estratégias de marketing, há mais de dez anos, ininterruptamente. Dezenas de municípios de SC recebem anualmente quatro espetáculos musicais originários das mais diversas regiões brasileiras através do Sonora Brasil, vários espetáculos teatrais dentro da programação do Palco Giratório, ambos do Departamento Nacional em parceria com as regionais, e mais os circuitos catarinenses de música, teatro e outras expressões artísticas, promovidos pelo departamento regional do Sesc. Estas cidades estão fazendo parte de um processo de descentralização do acesso a bens culturais e de um intenso intercâmbio artístico que enriquece nosso país de uma maneira imensurável. E é preciso dizer que isso é, na maior parte dos municípios, a agenda principal destas localidades. Pouco, ou nada, acontece fora desta programação.
Ainda estamos no primeiro Estado, dos vinte e dois que percorrerremos nos próximos meses, mas é muito provável que esta realidade se repita em todo o país. É claro que num eventual corte de receita na casa dos 30% do "Sistema S", e logo do Sesc, as atividades artísticas seriam diretamente atingidas, deixando um vazio irreparável e muito danoso tanto para os profissionais do segmento quanto para as futuras gerações de brasileiros que não mais teriam acesso a tudo isso.
Engrosso aqui o coro dos indignados com esta idéia infeliz do Governo Federal e espero que isso não entre em processo de votação. Tenho certeza que a reação da sociedade será vigorosa em defesa das instituições do “Sistema S”, contruídas e administradas com seriedade, eficiência e transparêcia, qualidades há muito esquecidas pela maior parte das instituições públicas brasileiras.
Lages (SC)
terça-feira, 13 de maio de 2008
Impressões Catarinenses
(P.Visockas) - Hj estamos em... Lages! Confesso que já tenho que ficar atento para que cidade estamos, pois, cada dia estamos em um lugar diferente.Como o Leandro disse, são lindas as estradas de Santa Catarina. Elas conseguem até parar por alguns instantes o tradicional "TRUCO" das viagens (pobres meninas da orquestra que no ônibus só ouvem falar de truco, carro e futebol. Mas como a Camila já disse, isso será muito bom para ela, pois agora ela começara a entender o futebol e sua história!). Gosto muito todas as vezes que passamos por pontes e olhamos para o maravilhoso cenário de um rio cortando a vegetação com pinheiros, araucárias e montanhas.
Ontem também estavamos enfatizando como é legal ver as casas no meio dessas montanhas, com animais (vacas, bois, etc.). Muitas vezes passamos por lugares onde a pista é mais estreita por causa da vegetação, e surge algumas casinhas (muito bonitas e pitorescas por sinal) com banquinhos em frente de casa, e não raramente vemos famílias sentadas, tomando chimarrão (calmas, ainda estamos em SC) e observando a paisagem. Muito interessante ver esses contrastes! Alguns de nós saimos de grandes capitais e esquecemos as vezes desse lado mais "campestre" da vida.Ontem em Concórdia fizemos mais um belo concerto.
Gostaria mais uma vez de agradecer ao SESC local a ótima recepção que nos proporsionaram. Os bilhetes com mensagens, os bom-bons e os desenhos das crianças foram muito especiais! Isso nos dá um conforto especial. Mostra a preocupação conosco. Se bem que isto vem sendo a tônica dessas viagens, a reciprocidade e bom recebimento que estamos tendo em todas as cidades que passamos.
Obrigado a todos! Até!
"Isto é Santa Catarina!" - Salve Carlão
Concórdia (SC)
Fomos recebido com muito carinho pela Adriana, gerente do Sesc Concórdia, e pela Lariessa, técnica da área de cultura. Elas nos surpreenderam pelos detalhes, pela carta de boas vindas que cada músico encontrou no seu quarto do hotel, juntamente com um bom-bom e uma desenho das crianças da turma de educação artística do curso do Sesc. A partir daí, por mais simples que pareça, o sorriso predominou e já sabiamos que o concerto seria especial. O teatro de Concórdia é aconchegante e dispõe de uma boa estrutura. Está passando por reformas que vai deixá-lo ainda melhor.
O concerto que a Orquestra fez foi muito bom. Quando subimos no palco o cansaço fica para trás e a energia é total! Mesmo segunda-feira, o público nos prestigiou quase lotando o teatro. Revi alguns amigos, em especial a querida Sandra, que coordena o Memorial Attilio Fontana e é responsável por muitas coisas especiais que aconteceram (e acontecem) na cidade, e região, nos últimos anos. Depois do concerto, Zevang, eu, Sandra, Adriana, Lariessa, e outros amigos fomos ao excelente restaurante Famiglia Dall’agnol, bem em frente ao hotel, tomamos um bom vinho, conversamos bastante e saboreamos um ótimo risoto de funghi. Lá encontramos David, Carlão e Pedro. Uma noite para ser lembrada.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Chapecó (SC)
Depois do concerto, convidamos o público para se aproximar do palco ou ir aos camarins para conversar com os músicos e com o maestro. Este é um momento sempre especial. Este contato com as pessoas é maravilhoso. Podemos saber mais sobre a cidade, sobre a realidade cultural que eles vivem e suas opiniões sobre nosso trabalho. Os comentários sobre a música de Villa-Lobos também são muito interessantes. Conversei muito com um senhor que dizia sobre a necessidade da construção de um grande centro de convenções em Chapecó e um grande teatro que pudesse receber orquestras e outros grupos artísticos com uma estrutura adequada. Ela me falou das orquestras que já existiram nesta região e o trabalho de alguns músicos da cidade neste sentido. Os músicos da Orquestra são sempre muito assediados pelo público, sempre ávido em saber mais sobre cada instrumento e sobre a formação de cada um. Hoje seguimos para Concórdia. Estou ansioso pois toquei no teatro da cidade, a convite da Sadia, há muitos anos e minhas lembranças são especiais. Vou rever amigos e visitar mais uma vez o Memorial Attilio Fontana. Foi lá que nasceu uma das maiores empresas brasileiras, a Sadia. A cidade é muito charmosa e tenho certeza que o concerto será especial.
São Miguel do Oeste (SC)
O concerto foi realizado no auditório do Colégio São José. Tivemos um bom público, tendo em vista esta realidade, que se surpreendeu com o que viu. A música de Villa-Lobos não é ‘fácil’ mas, quando o público está com o coração aberto, se emociona e se identifica com ela. É preciso levá-la para todos. Democratizá-la e, quem sabe, até mesmo massificá-la! Imaginem só, massificar a música de Villa-Lobos. Teríamos um país diferente.







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