O encontro com as crianças em Brusque foi um dos pontos altos... (Zevang)
segunda-feira, 5 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
Jaraguá do Sul
Olá pessoal! Alice postando...
Ontem o concerto foi mesmo lindo! Emocionante!
Tivemos bastante público e um astral muito gostoso, além de termos tido o privilégio de uma acústica maravilhosa.
Essas são algumas fotos que o Sérgio (Sesc) tirou pra gente. Valeu, Sérgio!
Essa cidade é uma graça, no meio das montanhas e tem um clima fresquinho, típico dessas regiões de montanha. Bom pra tomar chocolate quente depois do concerto! Huuummm!
São Bento e Jaraguá do Sul
(Leandro) Chegamos ontem em Jaraguá do Sul, depois de um ótimo concerto em São Bento do Sul e da despedida do nosso amigo João. Nestes dias de intensa convivência pudemos conversar sobre cultura e política e comparar as regiões onde vivemos. Não para nossa surpresa, as dificuldades são as mesmas e capacidade para superá-las depende sempre da criativa e 'estômago' de cada gestor. O João está fazendo um trabalho belíssimo no Sesc Joinville e cidades vizinhas.
Estamos viajando com uma equipe muito boa de iluminação. O pessoal chega antes nas cidades e providencia a estrutura, caso necessário. Ontem, aqui em Jaraguá, não foi necessário pois a cidade dispõe de uma estrutura incrível, o Centro Cultural da SCAR (Sociedade de Cultura e Arte). O Centro Cultural levou dez anos para ser construído. Foi feito, e é mantido, por empresários da região. A cidade, além de um Festival de Música de primeiríssima linha capitaneado pelo oboista Alex Klein, mantem uma programação artística intensa. A cidade tem três orquestras em funcionamento e nos próximas dias será encenada a ópera La Traviata. Imaginem só!
Tudo bem que a cidade tem a maior renda per capita do Estado de Santa Catarina, mas ainda assim é uma cidade média em tamanho e a municipalidade não dispõe de recursos para estes investimentos. É uma questão de consciência das forças produtivas da região de que o investimento em arte e educação traz desenvolvimento humano, fundamental para crescimento sólido do Estado. É um exemplo para todo o Brasil.
O concerto no teatro da SCAR foi ótimo. Casa cheia e público caloroso. A imprensa deu, mais uma vez, um espaço nobre para a Orquestra. Saímos na capa do jornal O Correio do Povo, o mais importante da cidade. Obrigado jornalistas e editores de cultura! O apoio de vocês é fundamental para que esta iniciativa seja um sucesso.
Hoje seguimos para Brusque para mais um concerto.
Estamos viajando com uma equipe muito boa de iluminação. O pessoal chega antes nas cidades e providencia a estrutura, caso necessário. Ontem, aqui em Jaraguá, não foi necessário pois a cidade dispõe de uma estrutura incrível, o Centro Cultural da SCAR (Sociedade de Cultura e Arte). O Centro Cultural levou dez anos para ser construído. Foi feito, e é mantido, por empresários da região. A cidade, além de um Festival de Música de primeiríssima linha capitaneado pelo oboista Alex Klein, mantem uma programação artística intensa. A cidade tem três orquestras em funcionamento e nos próximas dias será encenada a ópera La Traviata. Imaginem só!
Tudo bem que a cidade tem a maior renda per capita do Estado de Santa Catarina, mas ainda assim é uma cidade média em tamanho e a municipalidade não dispõe de recursos para estes investimentos. É uma questão de consciência das forças produtivas da região de que o investimento em arte e educação traz desenvolvimento humano, fundamental para crescimento sólido do Estado. É um exemplo para todo o Brasil.
O concerto no teatro da SCAR foi ótimo. Casa cheia e público caloroso. A imprensa deu, mais uma vez, um espaço nobre para a Orquestra. Saímos na capa do jornal O Correio do Povo, o mais importante da cidade. Obrigado jornalistas e editores de cultura! O apoio de vocês é fundamental para que esta iniciativa seja um sucesso.
Hoje seguimos para Brusque para mais um concerto.
sexta-feira, 2 de maio de 2008


Dia 02/05/2008 - Jorge Postando...Gente! Saca só as fotos do Hotel Stelter em estilo alemão em que a Orquestra de Mato grosso está hospedada aqui em São Bento do Sul/SC.Tudo que vi até agora em Santa Catarina é lindo, limpo e organizado. Acho que a estrada entre Joinville e São Bento do Sul é a primeira que conheci que possui postes de iluminação por toda a estrada. O concerto foi ótimo apesar do frio e o público aplaudiu bastante.Sorte que não pegamos os -5 graus que o recepcionista do hotel me falou que é normal no inverno por aqui mas, mesmo assim, é preciso muito aquecimento para os dedos não congelarem no violino (um comentário bem cuiabano...).
Teatro-Galpão Joinville
Este é o simpático galpão onde ocorreu o primeiro concerto oficial da OrquestraMT no Sonora-Brasil. Zevang.

Rio de Janeiro, Joinville e Sâo Bento do Sul
O sonora Brasil para a Orquestra do Estado de Mato GRosso iniciou de forma bastante satisfatória, a nossa estadia no Rio foi a melhor possível, fomos muito bem recebidos pelo Sesc, que nos ofereceu uma estrutura incontestável,o concerto didático no Sesc do Rio foi um sucesso entre a garotada que la esteve nos assistindo, ao final do mesmo, foi aberto uma seção de perguntas que por sinal foi muito bem aproveitada pelos estudantes que nos fizeram perguntas super inteligentes.
Na linda cidade de Joinville tambem fomos muito bem recebidos e acolhidos, o produtor local(João) sempre se mostrou bastante atencioso e prestativo aos anseios da orquestra, nosso debut nesta cidade nao poderia ter sido melhor, tocamos para uma platéia muito atenciosa e educada que soube valorizar com muitos aplausos o nosso trabalho.
Em S. Bento do Sul na minha opinião fizemos o melhor concerto da Orquestra desde que começamos a preparação para o SOnora Brasil, a acústica do local onde apresentamos nesta cidade favoreceu muito o nosso trabalho, mais uma vez tocamos para platéia muito educada e atenciosa, as pessoas que vivem nestas duas cidades do interior de SC no geral são bastante receptivas, sem esquecer da beleza destes lugares, que em alguns momentos me faz lembrar a ALemanha, principalmente em sua arquitetura.
LUCIANO PONTES
Na linda cidade de Joinville tambem fomos muito bem recebidos e acolhidos, o produtor local(João) sempre se mostrou bastante atencioso e prestativo aos anseios da orquestra, nosso debut nesta cidade nao poderia ter sido melhor, tocamos para uma platéia muito atenciosa e educada que soube valorizar com muitos aplausos o nosso trabalho.
Em S. Bento do Sul na minha opinião fizemos o melhor concerto da Orquestra desde que começamos a preparação para o SOnora Brasil, a acústica do local onde apresentamos nesta cidade favoreceu muito o nosso trabalho, mais uma vez tocamos para platéia muito educada e atenciosa, as pessoas que vivem nestas duas cidades do interior de SC no geral são bastante receptivas, sem esquecer da beleza destes lugares, que em alguns momentos me faz lembrar a ALemanha, principalmente em sua arquitetura.
LUCIANO PONTES
Teatro SESC RJ
Ufa, finalmente consegui me conectar, após vários problemas com meu "Vista".
Segue uma foto do belíssimo teatro, dentro do enorme complexo educacional do SESC no Rio de Janeiro. Luz e Paz, Zevang.
Pé direito
Começamos com o pé direito. O concerto ontem em Joinville foi um sucesso! Casa lotada, gente em pé, muita energia e envolvimento. Um público especial!
O concerto aconteceu no galpão transformado em teatro. Este galpão está localizado na "Cidadela Cultural Antartica", antiga fábrica de cerveja. Hoje o lugar é um centro cultural muito importante na vida da cidade. O astral é ótimo e a proximidade do público com a Orquestra cria um clima de intimidade.
Vamos nos despedindo da maior cidade de Santa Catarina, com uma das maiores rendas per capita do Brasil, rumo a São Bento do Sul. Vai ficar a lembrança de uma cidade charmosa, cercada por uma natureza exuberante. Hoje está muito frio (para padrões mato-grossenses) e nos disseram que vai 'piorar'. Espero que ninguém fique gripado ...
O concerto aconteceu no galpão transformado em teatro. Este galpão está localizado na "Cidadela Cultural Antartica", antiga fábrica de cerveja. Hoje o lugar é um centro cultural muito importante na vida da cidade. O astral é ótimo e a proximidade do público com a Orquestra cria um clima de intimidade.
Vamos nos despedindo da maior cidade de Santa Catarina, com uma das maiores rendas per capita do Brasil, rumo a São Bento do Sul. Vai ficar a lembrança de uma cidade charmosa, cercada por uma natureza exuberante. Hoje está muito frio (para padrões mato-grossenses) e nos disseram que vai 'piorar'. Espero que ninguém fique gripado ...
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Joinville (SC)
(Leandro) É isso mesmo Jorge! Após suas considerações iniciais vou deixar algumas impressões sobre os dias que passamos no Rio de Janeiro e a chegada triunfal a Santa Catarina. Realmente a ESEM (Escola Sesc de Ensino Médio) é impressionante. Não só a estrutura, mas a metodologia empregada. São aproximadamente 150 alunos vindos de todos os estados brasileiros (criteriosamente selecionados) que mudaram-se para a Escola e lá ficarão por 3 anos preparam-se para o ensino superior. Sem dúvida, são jovens privilegiados que estarão muito bem preparados para a competição da vida adulta. Esperamos que esta iniciativa se reproduza em todo o pais.
Nosso primeiro dia de trabalho no Rio foi pesado .... Fizemos as gravações preliminares do DVD do Sonora com uma super estrutura de filmagem e captação de áudio. Profissionais de primeira linha. Conseguimos emplacar a Bachianas 4 e o Choros 5. Ao término da gravação estávamos exaustos.
No dia seguinte, fizemos um concerto didático para os estudantes da ESEM. Foi ótimo! Toda a Orquestra ficou impressionada com a postura dos estudantes e, principalmente, com as perguntas elaboradas por eles durante o bate-papo que tivemos após o término do concerto. ‘Mulecada’ de alto nivel!
Chegamos hoje em Joinville, onde começa a etapa da região Sul. A Orquestra do Estado de Mato Grosso está na capa do maior jornal do Estado, o Diário Catarinense
Data: 01 de Maio de 2008
O mês de Villa-Lobos
Orquestra do Estado de Mato Grosso abre no Norte de SC o Sonora Brasil 2008
e na capa do maior jornal da cidade de Joinville, o A Notícia
Data: 01 de Maio de 2008
Villa-Lobos em turnê
A bordo do Sonora Brasil, Orquestra do Estado de Mato Grosso executa obras do maestro a partir de hoje em 18 cidades do Estado
O João, técnico do Sesc que está nos recebendo com muito carinho e atenção, já nos informou que os ingressos se esgotaram. Já tratamos de providenciar lugares extras para atender o público.
Daqui a pouco, as 18:00, nos encontraremos no saguão do hotel para irmos ao teatro. Espero que o concerto em Joinville seja ótimo, a altura da excelente recepção que tivemos em Santa Catarina.
Nosso primeiro dia de trabalho no Rio foi pesado .... Fizemos as gravações preliminares do DVD do Sonora com uma super estrutura de filmagem e captação de áudio. Profissionais de primeira linha. Conseguimos emplacar a Bachianas 4 e o Choros 5. Ao término da gravação estávamos exaustos.
No dia seguinte, fizemos um concerto didático para os estudantes da ESEM. Foi ótimo! Toda a Orquestra ficou impressionada com a postura dos estudantes e, principalmente, com as perguntas elaboradas por eles durante o bate-papo que tivemos após o término do concerto. ‘Mulecada’ de alto nivel!
Chegamos hoje em Joinville, onde começa a etapa da região Sul. A Orquestra do Estado de Mato Grosso está na capa do maior jornal do Estado, o Diário Catarinense
Data: 01 de Maio de 2008
O mês de Villa-Lobos
Orquestra do Estado de Mato Grosso abre no Norte de SC o Sonora Brasil 2008
e na capa do maior jornal da cidade de Joinville, o A Notícia
Data: 01 de Maio de 2008
Villa-Lobos em turnê
A bordo do Sonora Brasil, Orquestra do Estado de Mato Grosso executa obras do maestro a partir de hoje em 18 cidades do Estado
O João, técnico do Sesc que está nos recebendo com muito carinho e atenção, já nos informou que os ingressos se esgotaram. Já tratamos de providenciar lugares extras para atender o público.
Daqui a pouco, as 18:00, nos encontraremos no saguão do hotel para irmos ao teatro. Espero que o concerto em Joinville seja ótimo, a altura da excelente recepção que tivemos em Santa Catarina.
Pão de Açúcar (Jorge Moura)
Hoje é 01/05/08 - Jorge Moura postando...
Que correria, já estamos em Joinville/SC e só agora estou postando esta foto que tirei no Rio de Janeiro no segundo dos três dias que passamos lá. Fiquei um pouco assustado ao passar pelas favelas mas MARAVILHADO ao ver o Pão-de-açucar e ficar balançando no bondinho, que dá até um frio na barriga, mas vale a pena pela paisagem.
Tocamos para os alunos do SESC na Escola de Ensino médio onde tinha gente de todo lugar, inclusive Caicó, de onde Villa-lobos resgatou uma das melodias da Bachiana 4 que faz parte do repertório. Teve músico trocando de estante e partitura, músico fazendo concerto a primeira vista hehehe, enfim, no primeiro concerto sempre acontecem uns imprevistos mas com esta galera gente boa (temos até o Pedro Visockas encarnando Silvio Santos na orquestra)e o clima de amizade que temos aqui sei que vamos fazer uma gravação muito linda em Recife e dia 21 no Rio mais uma vez.
A Orquestra segue animada rumo a Jequié, tá só começando...
sábado, 26 de abril de 2008
Staff da orquestra
Zevang visita o staff da orquestra, em plantão permanente para proporcionar aos músicos da Orquestra do Estado de Mato Grosso e convidados a melhor turnê Sonora Brasil.
Ensaio Sopros
Ensaio dos sopros, 25/04/2008, Cuiabá.
Leandro (regëncia), Zevang (flauta), Ricardo (oboé), Whatson (clarineta), Alexandre (fagote). Wellington ausente por problemas com seu instrumento. (Foto: Fragoso).
quinta-feira, 24 de abril de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Repertório
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
Bachianas Brasileiras nº 9
- Prelúdio (Vagaroso e místico)
- Fuga (Poco apressado)
Bachianas Brasileiras nº 4
(Adaptação: Leandro Carvalho)
- Prelúdio (Introdução)
- Coral (Canto do Sertão)
- Ária (Cantiga)
- Dança (Miudinho)
Ciranda das Sete Notas
Alexandre dos Santos, fagote
Cirandas
(Adaptação: Leandro Carvalho)
- Nesta Rua (Ciranda nº 11)
- Pobre Cega (Ciranda nº 05)
- A Condessa (Ciranda nº 02)
- O Cravo Brigou com a Rosa (Ciranda nº 04)
Choro nº 5 - Alma Brasileira
(Adaptação: Sérgio Barbosa)
Danças Características Africanas - Danças dos Índios Mestiços do Brasil
(Adaptação: Leandro Carvalho)
- Farrapos
- Kankukus
- Kankikis
Bachianas Brasileiras nº 4 e 9
A Bachianas nº 4 foi composta em 1930 para piano solo e estreada em 1939, com Vieira Brandão ao piano. A adaptação para orquestra foi feita em 1941 e apresentada ao público no ano seguinte, em concerto regido pelo autor. Escrita em 1945 em Nova York, para orquestra de cordas, e dedicada a Aaron Copland, a Bachianas nº 9 foi pensada para uma orquestra de vozes ‘sem palavras’. De sonoridade muito especial,a peça começa com um prelúdio lento e místico, com um pedal em dó, para ganhar corpo em direção a uma fuga cromática e voluptuosa.
Choro nº 5 - Alma Brasileira
A série de obras Choros foi escrita entre 1920 e 1929 para instrumentos solistas, conjuntos de câmara e grandes orquestras sinfônicas. Ao todo, são catorze peças, considerando que a Introdução aos Choros e os Choros Bis não são numerados como os outros catorze, sendo classificados extra-série. O próprio Villa-Lobos sintetizou em palavras a idéia por trás desta magnifica série de composições.
Os Choros representam uma nova forma de composição musical na qual são
sintetizadas as diferentes modalidades da música brasileira indígena e popular, tendo por elementos principais o ritmo e qualquer melodia típica de caráter popular que aparece, vez por outra, acidentalmente, sempre transformada segundo a personalidade do autor. Os processos harmônicos são, igualmente, uma estilização completa do original [...]
Os Choros são construídos segundo uma forma técnica especial, baseada nas manifestações sonoras dos hábitos e costumes dos nativos brasileiros, assim como nas impressões psicológicas que trazem certos tipos populares extremamente marcantes e originais.
O Choros nº 5 foi composto no Rio de Janeiro, em 1925, e dedicado a Arnaldo Guinle. Ao lado do Choro nº 1, para violão solo, é o mais executado da série. Originalmente escrito para piano solo, recebeu aqui a adaptação do compositor Sérgio Barbosa.
Danças Características Africanas
Escritas originalmente para piano solo em 1914, estas Danças baseiam-se na tradição musical dos índios Caripunas, uma das etnias indígenas do Estado de Mato Grosso que teve intenso contato com negros africanos.
Receberam de Villa-Lobos o subtítulo Danças dos Índios Mestiços do Brasil e representam as etapas da vida do homem. São marcadas por ritmos insistentes e repetitivos, que caracterizam o ritual primitivo. As Danças foram arranjadas para octeto e orquestradas em 1916. Estas peças marcam a primeira fase criativa de Villa-Lobos e foram apresentadas em fevereiro de 1922 na Semana de Arte Moderna de São Paulo.
Ciranda das Sete Notas
Villa-Lobos contribuiu enormemente para o repertório de vários instrumentos.Em alguns casos, como o do violão, revolucionou sua linguagem e influenciou compositores mundo afora. Desta parte de sua obra, destacam-se os concertos para instrumentos solistas que hoje estão integrados ao repertório internacional, como o que escreveu para violão e pequena orquestra e dedicou a Andrés Segovia, e para harpa, dedicado a outro espanhol ilustre, Nicanor Zabaleta,grande expoente de seu instrumento. Escreveu ainda cinco concertos para piano, dois para violoncelo e um para gaita de boca. A Fantasia para Sax e Orquestra e a Ciranda das Sete Notas, para fagote solo e cordas, tem a mesma forma ‘concertante’, onde o instrumento solista brilha, em escrita criativa, cheia de desafios e belas melodias.
Cirandas
As Cirandas datam de 1926 e são a mais extensa criação de Villa-Lobos para piano. Todas elas têm formas livres e originais, onde o compositor parte das melodias tradicionais do cancioneiro brasileiro para experimentar novas sonoridades. Sintetizam, em forma de música, as mais fortes sensações de nossa infância, quer tenhamos nascido no sul ou no norte. Marcam nosso ‘inconsciente coletivo’ e revelam-se como um poderoso ‘cimento’ unificador do nosso imenso Brasil.
Bachianas Brasileiras nº 9
- Prelúdio (Vagaroso e místico)
- Fuga (Poco apressado)
Bachianas Brasileiras nº 4
(Adaptação: Leandro Carvalho)
- Prelúdio (Introdução)
- Coral (Canto do Sertão)
- Ária (Cantiga)
- Dança (Miudinho)
Ciranda das Sete Notas
Alexandre dos Santos, fagote
Cirandas
(Adaptação: Leandro Carvalho)
- Nesta Rua (Ciranda nº 11)
- Pobre Cega (Ciranda nº 05)
- A Condessa (Ciranda nº 02)
- O Cravo Brigou com a Rosa (Ciranda nº 04)
Choro nº 5 - Alma Brasileira
(Adaptação: Sérgio Barbosa)
Danças Características Africanas - Danças dos Índios Mestiços do Brasil
(Adaptação: Leandro Carvalho)
- Farrapos
- Kankukus
- Kankikis
Bachianas Brasileiras nº 4 e 9
A motivação para compor as obras do ciclo Bachianas Brasileiras, de acordo com o próprio Villa-Lobos, foi as semelhanças que encontrou entre músicas folclóricas ou populares do sertão
brasileiro e a obra do alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750).
Os movimentos desta série têm constantemente um nome duplo, sendo o primeiro dentro da tradição erudita da música de concerto, como prelúdio, coral e ária, e o segundo correspondendo ao ritmo popular a que se refere, como cantiga e canto do sertão.
brasileiro e a obra do alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750).
Os movimentos desta série têm constantemente um nome duplo, sendo o primeiro dentro da tradição erudita da música de concerto, como prelúdio, coral e ária, e o segundo correspondendo ao ritmo popular a que se refere, como cantiga e canto do sertão.
A Bachianas nº 4 foi composta em 1930 para piano solo e estreada em 1939, com Vieira Brandão ao piano. A adaptação para orquestra foi feita em 1941 e apresentada ao público no ano seguinte, em concerto regido pelo autor. Escrita em 1945 em Nova York, para orquestra de cordas, e dedicada a Aaron Copland, a Bachianas nº 9 foi pensada para uma orquestra de vozes ‘sem palavras’. De sonoridade muito especial,a peça começa com um prelúdio lento e místico, com um pedal em dó, para ganhar corpo em direção a uma fuga cromática e voluptuosa.
Choro nº 5 - Alma Brasileira
A série de obras Choros foi escrita entre 1920 e 1929 para instrumentos solistas, conjuntos de câmara e grandes orquestras sinfônicas. Ao todo, são catorze peças, considerando que a Introdução aos Choros e os Choros Bis não são numerados como os outros catorze, sendo classificados extra-série. O próprio Villa-Lobos sintetizou em palavras a idéia por trás desta magnifica série de composições.
Os Choros representam uma nova forma de composição musical na qual são
sintetizadas as diferentes modalidades da música brasileira indígena e popular, tendo por elementos principais o ritmo e qualquer melodia típica de caráter popular que aparece, vez por outra, acidentalmente, sempre transformada segundo a personalidade do autor. Os processos harmônicos são, igualmente, uma estilização completa do original [...]
Os Choros são construídos segundo uma forma técnica especial, baseada nas manifestações sonoras dos hábitos e costumes dos nativos brasileiros, assim como nas impressões psicológicas que trazem certos tipos populares extremamente marcantes e originais.
O Choros nº 5 foi composto no Rio de Janeiro, em 1925, e dedicado a Arnaldo Guinle. Ao lado do Choro nº 1, para violão solo, é o mais executado da série. Originalmente escrito para piano solo, recebeu aqui a adaptação do compositor Sérgio Barbosa.
Danças Características Africanas
Escritas originalmente para piano solo em 1914, estas Danças baseiam-se na tradição musical dos índios Caripunas, uma das etnias indígenas do Estado de Mato Grosso que teve intenso contato com negros africanos.
Receberam de Villa-Lobos o subtítulo Danças dos Índios Mestiços do Brasil e representam as etapas da vida do homem. São marcadas por ritmos insistentes e repetitivos, que caracterizam o ritual primitivo. As Danças foram arranjadas para octeto e orquestradas em 1916. Estas peças marcam a primeira fase criativa de Villa-Lobos e foram apresentadas em fevereiro de 1922 na Semana de Arte Moderna de São Paulo.
Ciranda das Sete Notas
Villa-Lobos contribuiu enormemente para o repertório de vários instrumentos.Em alguns casos, como o do violão, revolucionou sua linguagem e influenciou compositores mundo afora. Desta parte de sua obra, destacam-se os concertos para instrumentos solistas que hoje estão integrados ao repertório internacional, como o que escreveu para violão e pequena orquestra e dedicou a Andrés Segovia, e para harpa, dedicado a outro espanhol ilustre, Nicanor Zabaleta,grande expoente de seu instrumento. Escreveu ainda cinco concertos para piano, dois para violoncelo e um para gaita de boca. A Fantasia para Sax e Orquestra e a Ciranda das Sete Notas, para fagote solo e cordas, tem a mesma forma ‘concertante’, onde o instrumento solista brilha, em escrita criativa, cheia de desafios e belas melodias.
Cirandas
As Cirandas datam de 1926 e são a mais extensa criação de Villa-Lobos para piano. Todas elas têm formas livres e originais, onde o compositor parte das melodias tradicionais do cancioneiro brasileiro para experimentar novas sonoridades. Sintetizam, em forma de música, as mais fortes sensações de nossa infância, quer tenhamos nascido no sul ou no norte. Marcam nosso ‘inconsciente coletivo’ e revelam-se como um poderoso ‘cimento’ unificador do nosso imenso Brasil.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Mapas da Turnê Sonora Brasil
Obs:
Verde=início etapa     Vermelho=fim etapa
Filmadora=gravação     Casinha=vamos pra casa!1º Etapa
Rio de Janeiro 28, 29 e 30/4, Joinville 1/5, S.Bento 2/5, Jaraguá 3/5, Brusque 4/5, Itajaí 5/5, Blumenau 6/5, Rio Sul 7/5, Xanxerê 9/5, São Miguel do Oeste 10/5, Chapecó 11/5, Concórdia 12/5, Lages 13/5 e 14/05 Lages (Pousada), Tubarão 15/5, Criciúma 16/5, Laguna 17/5, Florianópolis 18/5,São José 19/5, Rio de Janeiro 21/05.
3º Etapa
Curitiba 22/5, Guarapuava 23/5, Francisco Beltrão 24/5, Foz do Iguaçu 25/5, Mal.Când.Rond.26/5, Campo Mourão 27/5, Paranavaí 28/5, Ponta Grossa 29/5, Paranaguá 30/5, Maringá 31/5
4º Etapa
Porto Alegre 2/6, Gravataí 3/6, Monte Negro 4/6, Caxias do Sul 5/6, Passo Fundo 6/6, Pelotas 07/06, Santa Maria 8/6
5º Etapa
Vitória 10/6, Brasília 12/6, Goiânia 13/6, Cuiabá 15/6, Campo Grande 16/6
6º Etapa
Palmas 18/6, Porto Velho 20/6, Rio Branco 22/6, Macapá 23/6, Mazagão 25/6, Boa Vista 27/6,
Manaus 29/6
7º Etapa
Fortaleza 1/7, Sobral 2/7, Iguatu 3/7, Juazeiro N 4/7, Crato 5/7
8º Etapa
João Pessoa 7/7, Campina Gr. 8/7, Recife 9/7 (CD), Surubim 11/7, Caruaru 12/7, Belo Jardim 13/7,
Garanhuns 14/7, Arcoverde 15/7, Buique 16/7
9º Etapa
Triunfo 18/7, Bodocó 19/7, Araripina 20/7, S.Lourenço 21/7, Petrolina 22/7
10º Etapa
Maceió 24/7, Aracaju 25/7, V.Conquista 27/7, F.Santana 28/7, S.Ant.Jesus 29/7, Salvador 30/7, Paulo Afonso 31/7, Jequié 1/8
sexta-feira, 4 de abril de 2008
SONORA BRASIL
O Projeto Sonora Brasil – Formação de Ouvintes Musicais é um projeto que tem como proposta a formação de ouvintes em música desenvolvidos pelo SESC, levando a informação musical a diferentes pontos do país.
A Orquestra do Estado de Mato Grosso tem a honra de participar desse projeto em 2008, apresentando-se em 78 cidades de 22 estados brasileiros.
Você é nosso convidado para acompanhar essa turnê aqui em nosso blog.
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